
Conheça os nossos pescadores
Alexandre Haruo Koike, Paulista
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
» Envie um e-mail
Começou a pescar: lambaris e acarás ao lado dos avós, na sua chácara em Mairiporã (SP), aos cinco anos, com a tradicional vara de bambu, linha, bóia e anzol.
Pescaria marcante: em Ilhabela, com shads, pelas grandes garoupas; a primeira na Amazônia pela aventura e no rio Juruena pelo tucunaré borboleta recorde com fly.
Melhor ponto de pesca no Brasil: região amazônica pela diversidade de peixes e exuberantes paisagens e o litoral de São Paulo por render excelentes pescarias.
Pescaria preferida: "Qualquer uma feita com equipamento de fly. Se o peixe for de mar, como o robalo, anchova ou xaréu, melhor ainda".
Façanha: "Escrever na Revista
Pesca & Companhia ao lado dos pescadores que eram meus ídolos de infância. Hoje trabalho fazendo o que gosto no veículo de maior expressão do setor".
:: voltar ao topo
Lester Scalon, Mineiro
» Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: "Desde quando conseguia segurar uma vara de bambu, com dois ou três anos. Eram 13 pescadores na minha família, inclusive minha mãe."
Pescaria marcante: um dourado de 17 kg nas corredeiras da Mata Doutor, no rio Grande, com o Gugu. "Foi uma epopéia para embarcar o peixe."
Melhor ponto de pesca no Brasil: rio Teles Pires e seus afluentes pela variedade e quantidade de espécies.
Pescaria preferida: dourado na isca artificial.
Façanhas: "Aos dez anos de idade, tirei um jaú de 47 kg da água, com uma linha de mão no Rio Grande, na cachoeira de Jaguara. O peixe era maior do que eu".
:: voltar ao topo
Pepe mélega
FRANCISCO JOSÉ CAVALCANTI MÉLEGA, PAULISTA
» Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: em 1964, em São Vicente (SP). Com pescaria de betara e pescada na baía. Faz parte da equipe da Revista Pesca & Companhia há oito anos e foi fotografado na edição número 1, em uma matéria sobre arremessos.
Pescaria marcante: no Rio Liberdade, em 1996. "Muitos peixes e grandes amigos."
Melhor ponto de pesca no Brasil: bacia Amazônica, pela variedade de peixes.
Pescaria preferida: pesca de arremesso com iscas artificiais, "com uma paixão pelos robalos."
Façanha: "Fui recordista pela IGFA (International Game Fishing Association) com um trairão de 10,250 kg. Conquistei também o recorde brasileiro do Olho de Boi, com 21 kg."
:: voltar ao topo
FÁBIO ZURLINI
FÁBIO ZURLINI, PAULISTA
» Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: piabas no rio Paraíba do Sul, na cidade de Guararema, em meados de 1980. Um fato curioso é que Zurlini era peão de rodeio. Competia em provas de laçar novilho.
Melhor ponto de pesca no Brasil: represa do Atibainha e de Salesópolis.
Pescaria preferida: de black bass. Também gosta de "dar uns pinchos" nas traíras, "peixe que muito me agrada, pela grande voracidade". Tem uma média altíssima com grandes basses na represa de Atibainha, cerca de 10 peixes com tamanhos acima de 52 cm.
Façanha: "Consegui bater o recorde na represa de Atibainha. O bass mediu 57 cm e continua recorde."
:: voltar ao topo
GUGU
GUSTAVO DOS REIS FILHO, PAULISTA
» Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: acarás aos quatro anos, com a orientação do pai, em um dos canais do município de Praia Grande (SP).
Pescaria marcante: o robalão capturado durante a gravação do programa de TV "Pescadores do Brasil", na barra do Rio Puruba, em Ubatuba (SP).
Melhor ponto de pesca no Brasil: Amazônia, ³pela quantidade e variedade de rios, lagos e lagoas, bem como pela incrível diversidade de peixes esportivos."
Pescaria preferida: fly.
Façanha: "Apresentei o primeiro vídeo ensinando a pescar com iscas artificiais no Brasil: Introdução à pesca com iscas artificiais."
:: voltar ao topo
MARCO VALÉRIO
MARCO VALÉRIO DA COSTA, PAULISTA
»
Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: com mosca: no início de 1990,
durante uma viagem de intercâmbio estudantil aos Estados Unidos.
Melhor ponto de pesca no Brasil: Amazônia, pelos maiores exemplares de tucunaré, pelo que ela representa para o mundo.
Pescaria preferida: flyfishing.
Façanha: "Ter passado no exame para instrutor de fly casting realizado com Mel Krieger na Argentina e ser membro da Federation of Fly Fishers (FFF), da Trout Unlimited (TU) e da Castskill Fly Fishing Center & Museum Unlimited."
:: voltar ao topo
JUNINHO
ELIZEU VERNILLO JUNIOR, PAULISTA
»
Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: há dez anos em pesque e pagues, "arrastado" pela esposa. Também fez tímidas incursões no rio Pardo, utilizando vara de mão e isca natural.
Melhor ponto de pesca no Brasil: os rios Grande, Pardo, Sapucaí, entre outros desta região.
Façanha: "Primeira vez em que estive na bacia Amazônica, no rio Culuene, quando a isca artificial ainda não tinha crédito entre os pescadores. Era o único entre os companheiros que utilizava artificial. Foi fantástico, pesquei mais do que todos eles."
:: voltar ao topo
TUBA
ANTÔNIO LUIZ AMARAL, PAULISTA
»
Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: "Desde que me conheço por gente, com meus avós."
Pescaria marcante: uma pescaria de xaréus amarelos em 1993. "Foram 45 minutos de ação enlouquecida dos peixes que atacavam as iscas de superfície. Mas quase todos levaram as linhas para as pedras e fugiram."
O melhor ponto de pesca no Brasil: Arquipélago de Alcatrazes (litoral norte de São Paulo, onde hoje a pesca é proibida).
Pescaria preferida: com iscas artificiais, de superfície, embarcado.
Façanha: "Fui pioneiro, ao lado de Roberto Veras, na atividade de guia de água salgada no Brasil, em 1992."
:: voltar ao topo
Johnny Hoffmann
JOHNNY HOFFMANN, GAÚCHO
»
Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: “Desde a época em que não sabia andar”, quando ainda morava no Rio Grande do Sul. Se apaixonou de vez pelo esporte quando foi morar em Porto Velho (RO) e cabulava aulas para ir pescar. Começou a escrever para mídias especializadas há cerca de nove anos e vive exclusivamente de pesca há cinco, quando foi morar no Mato Grosso.
Pescaria marcante: “Não há uma específica. Desde que o peixe ofereça um mínimo de desafio e resistência, a pesca é marcante. Selecionar só uma é desmerecer todas as outras”.
Melhor ponto de pesca do Brasil: Rio Teles Pires, abaixo das Sete Quedas, pela variedade de espécies e pelo tamanho dos exemplares disponíveis.
Pescaria preferida: Em qualquer modalidade, desde que proporcione desafio, com ligeira preferência pelas iscas artificiais.
Façanha: Ter fisgado uma piraíba de três dígitos de peso com uma linha de apenas 40 lb no Rio Negro.
:: voltar ao topo
Ruy Varella
RUY VARELLA , GAÚCHO
»
Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: ainda na infância, no município de São Sebastião do Caí, interior do Rio Grande do Sul, com a vara caipira.
Pescaria marcante: na Patagônia, onde trabalha como guia, pela questão ambiental estar agregada à pesca esportiva e pela beleza da paisagem. “Costumo dizer que quando Deus fez o mundo, descansou naquele lugar”.
Melhor ponto de pesca no Brasil: a Amazônia, por ser um paraíso indomável. “Vou lá há doze anos e ainda encontro lugares onde o homem não colocou as mãos”, conta.
Pescaria preferida: "Venho de uma época que todo mundo pescava tudo, mas hoje eu prefiro o fly fishing e a pesca com plugs".
Façanha: "Ter conseguido trabalhar dentro da pesca esportiva agregando a ela o trabalho da fotografia ambiental e passar uma mensagem dentro dos veículos de pesca nos quais trabalhei".
:: voltar ao topo
Braguinha
VALDIR NOGUEIRA DA SILVA , PAULISTA
»
Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: em 1986, com isca artificial, capturou os primeiros black basses e a as primeiras tilápias.
Pescaria marcante: Na Amazônia, com Pepe Mélega, quando os dois fisgaram doze peixes grandes, mas apenas um foi tirado da vara por Braguinha. E, como guia, em Bragança Paulista, no Sistema Cantareira, quando ele e mais dois clientes pescaram 102 black basses.
Melhor ponto de pesca no Brasil: a Amazônia, por ser um paraíso indomável. “Vou lá há doze anos e ainda encontro lugares onde o homem não colocou as mãos”, explica.
Pescaria preferida: Black bass, com a isca que estiver funcionando no dia. “Gosto do bass pela sutileza, tanto que sou guia há 16 anos”.
Façanha: "É capturar quatro black basses de mais de 50 centímetros em apenas um dia de pesca".
:: voltar ao topo
CRISTIANO CRIPTH
CRISTIANO THIESEN CRIPTH, GAÚCHO
» Envie um e-mail
|
Foto: Arquivo Pesca & Companhia
 |
Começou a pescar: aos 10 anos, na beira da praia, com o tio e o pai. Passados cinco anos, iniciou na pesca com iscas artificiais, passando a pescar black basses e robalos.
Pescaria marcante: Em 13 de agosto de 2005, quando, como guia de pesca, levou um cliente a bater o recorde mundial de pesca de robalo-peva, no rio Mambituba (RS).
Melhor ponto de pesca no Brasil: rio Mambituba, no Rio Grande do Sul.
Pescaria preferida: Pesca de robalos com iscas soft no rio Mambituba (RS). “É uma pescaria mais técnica e eu consigo mesclar as técnicas do bass para o robalo”, explica.
Façanha: “Ter conquistado o Bicampeonato 2005 e 2006 com quase cem por cento de aproveitamento, o Troféu Cidade de Torres, que nunca havia sido entregue definitivamente para uma dupla desde 1989, e fazer parte da revista Pesca & Companhia.”
:: voltar ao topo